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COPA DO MUNDO FIFA DE 2014: GANA

Gana recebeu de volta alguns rostos familiares antes de reservar o seu lugar na Copa do Mundo, com uma vitória enfática no mata-mata.
Appiah
Ghana head coach James Kwesi Appiah

O meia-atacante do Schalke Kevin Prince Boateng se juntou ao atleta do Chelsea Michael Essien no exílio de jogadores internacionais durante a temporada 2011/12. Os jogadores se juntaram à dupla de irmãos Jordan e André Ayew no início de 2013, após Gana perder, de forma decepcionante, a Copa Africana de Nações.

Mas o fascínio por poder realizar outra campanha impressionante na Copa do Mundo trouxe os quatro homens de volta ao grupo, que chegaram a tempo de disputar a emocionante vitória sobre o Egito, nas eliminatórias africanas.

Gana se juntou à seleção de Camarões em 1990 e ao Senegal em 2002, tornando-se o terceiro país Africano que chegou até as quartas de final. Na Copa do Mundo da África do Sul em 2010 ficou a um pênalti de concretizar o melhor desempenho da história do continente africano.

O atacante uruguaio Luis Suarez foi expulso por defender com a mão, sobre a linha, um cabeceio de Dominic Adiyiah. Para tornar mais emocionante, isso ocorreu nos últimos momentos da prorrogação e o placar estava  1 a 1, mas a bola decisiva, cobrada pelo atacante de Gana, Asamoah Gyan, foi parar no travessão.

O mesmo jogador, exibindo imenso profissionalismo, cobrou e converteu na disputa de pênaltis, mas desta vez seus companheiros falharam e o resultado foi a derrota por 4 a 2.

O treinador James Kwesi Appiah e seus jogadores seriam testados várias vezes, apesar de um início contundente nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2014.

Jordan Ayew ajudou a Gana a realizar uma tremenda goleada na primeira rodada das eliminatórias no Grupo D com um 7 a 0 na equipe de Lesoto.

Christopher Katongo da Zâmbia os trouxe de volta à realidade, marcando o único gol do jogo em Ndola. E o clima na seleção de Gana após o insucesso na Copa Africana de Nações não melhorou. O país foi eliminado na semifinal por Burkina Faso.

Outras nações africanas não são conhecidas pela paciência com os seus técnicos. Em 2013, Volker Finke se tornou o sétimo comandante de Camarões desde 2007. Enquanto isso, a disputa inflamada com a federação nigeriana levou Stephen Keshi a sair do comando técnico depois de vencer o Campeonato Africano das Nações, em fevereiro, mas rapidamente mudou de ideia.

Felizmente para Appiah, a federação de Gana optou por não entrar em pânico. De fato, ele manteve sua fé no mesmo grupo de jogadores e Gyan os botou de volta no caminho para um  4 a 0 diante do Sudão, retomando a campanha para a classificação.

O mergulho de cabeça de Majeed Waris e a pancada de longa distância de Kwadwo Asamoah foram suficientes para bater Zâmbia por 2 a 1 e chegar à final, graças a resultados paralelos. A má notícia para o Egito era que Gana estava apenas se aquecendo.

Já reforçada pelos retornos de Ayews e Boateng, a atuação dos atletas de Appiah fez jus ao retrospecto de 100% do Egito na fase de grupos. Gyan foi mais uma vez o catalisador, marcando duas vezes e o time de Bob Bradley foi goleado por 6 a 1 na primeira partida da disputa da vaga.

No ponto de vista Ganês, o elemento mais importante do jogo de volta foi o retorno de Boateng, que estava no banco e acabou marcando, em uma derrota acadêmica por 2 a 1.

A Copa no Brasil em 2014 pode ser o último grande torneio em que jogadores experientes, como Boateng, Essien e Sulley Muntari poderão combinar seus poderes na impressionante equipe de Gana. É improvável que eles queiram se despedir tranquilamente.

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