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COPA DO MUNDO FIFA 2014: BÓSNIA-HERZEGOVINA

A classificação para a disputa de sua primeira Copa como nação independente é um feito que dá a Bósnia-Herzegovina uma imagem definidora.
Bosniaherzegovinafans
Bosnia-Herzegovina fans

O chute à queima roupa de Vedad Ibisevic para garantir a vitória por 1 a 0 sobre a Lituânia, que fez o time ultrapassar a Grécia na liderança do Grupo G das Eliminatórias, em outubro, foi motivo para cenas de júbilo em Sarajevo, onde as celebrações foram mostradas em todo o mundo e continuaram noite adentro – longo o bastante para os heróis do país receberem uma grande recepção quando eles chegaram de volta às 3h da manhã.

Apesar de terem garantido oito vitórias em dez jogos no caminho para o Brasil, a classificação da Bósnia-Herzegovina foi no fio da navalha, e a combinação de um ataque avassalador e uma defesa bobalhona provou ser decisiva para eles garantirem o primeiro lugar graças à diferença de gols marcados em relação à Grécia.

Edin Dzeko e Ibisevic são as peças-chave para as chances de uma boa campanha da Bósnia-Herzegovina no torneio, e a dupla de ataque ajudou o país marcando dez gols cada um nas Eliminatórias. Tudo começou em grande estilo, com um hat-trick para cada um na estreia demolidora com a vitória por 8 a 1 sobre Liechtenstein.

Outra influência, o meia Zvjezdan Misimovic, jogador que mais vezes defendeu a seleção nacional, completou a goleada com dois gols e depois fez mais dois nos 4 a 1 sobre a Letônia, mas a Grécia travou o ímpeto inicial em um empate sem gols em Piraeus.

Misimovic teve uma grande chance naquele jogo, mas os comandados de Safet Susic talvez tenha tido a sorte de escapar com um ponto, após Fanis Gekas e Vasilis Torosidis terem acertado a trave para o time da casa no primeiro tempo.

Talvez a característica mais impressionante da Bósnia-Herzegovina durante as Eliminatórias tenha sido a habilidade de sair de momentos tortuosos e várias dúvidas para conquistarem o mérito de serem postulantes genuínos.

Após terem despachado a Lituânia para tirarem a Grécia de seu sistema, os comandados de Susic impressionaram com uma vitória por 3 a 1 no jogo de volta, em março.

Misimovic cruzou duas vezes para Dzeko, de cabeça, fazer seus gols e Ibisevic aproveitou o rebote de seu pênalti perdido para ampliar ainda no primeiro tempo. Quando Gekas diminuiu, já no final da partida, o resultado estava definido.

Entre os já fáceis resultados diante de Letônia e Liechtenstein, outro grande teste de caráter, já que a Eslováquia ameaçou atrapalhar as ambições da Bósnia-Herzegovina.

Um par e boas defesas de Asmir Begovic manteve os donos da casa empatados, mas o goleiro do Stoke foi vencido a 13 minutos do fim do jogo com um chute de longe de Viktor Pecovsky, depois que o cruzamento de Vladimir Weiss foi parcialmente afastado.

Quatro dias após aquela derrota por 1 a 0, a Bósnia-Herzegovina viu o mesmo adversário sair na frente, quando Marek Hamsik abriu o placar a três minutos do intervalo. Mas Ermin Bicakcic igualou o marcador faltando 20 minutos para o término, antes de Izet Hajrovic marcar um golaço de perna esquerda para garantir três pontos cruciais.

Aquele triunfo garantiu o glorioso e celebrante finale e demonstrou um time de substância.

Mas Begovic está feliz por si próprio e por seus companheiros por manter o maior mistério da Europa, enquanto buscam aprontar mais pelo Brasil

Ele disse: "Seremos um dos menores países. Iremos lá e vamos aproveitar a experiência, tentando causar alguns aborrecimentos."

"Não queremos apenas fazer número. Queremos competir e ver se conseguimos alguma coisa para dar mais alegrias para nosso povo e nossa nação."

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