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COPA DO MUNDO FIFA 2014: FRANÇA

Vitória sobre a Ucrânia na repescagem garantiu a França na Copa do Brasil - e pode marcar mudança radical na equipe de Didier Deschamps.
DidierDeschamps
France coach Didier Deschamps

A França terminou a fase de grupos em segundo colocado, atrás da atual campeã do mundo, Espanha e, sem brilho, perdeu para a Ucrânia no primeiro jogo da repescagem por 2 a 0, em Kiev.

Como resposta, Deschamps precisou fazer algumas mudanças na equipe – cinco no total. Com Koscielny suspenso, o treinador movimentou os seus jogadores, como Eric Abidal e Samir Nasri.

O resultado foi uma exposição de paixão, capaz de emocionar o Stade de France, que lembrou a mais famosa noite do estádio em 1998, quando a França venceu o Brasil na final da Copa do Mundo por 3 a 0.

Os torcedores franceses vão querer assistir uma repetição do Mundial de 98, após os gols de Sakho e Karim Benzema, que garantiram a classificação da Copa. Os jogadores ofereceram uma pequena amostra de que tal façanha pode ser possível.

Deschamps agora possui um dilema: ele dá a juventude a chance de disputar a Copa do Mundo no Brasil, como um processo de aprendizado e valor inestimável para os seus talentos prodigiosos? Ou dá chance as estrelas da Euro 2012 e da campanha fraca na África do Sul, em 2010, uma última chance de redenção?

Os mais jovens podem esperar para jogar ao longo dos próximos meses. Antoine Griezmann, do Real Sociedad, M'Baye Niang, do Milan, e o meia Yann M'Vila, do Rubin Kazan, em breve estarão disponíveis para a seleção nacional, mais uma vez.

Membros da equipe da Copa do Mundo FIFA, que venceu o Sub-20, em 2013, também poderão florescer, mas Deschamps possui boas razões para não mudar.

Do Bayern de Munique, Franck Ribery permanece sendo o talismã da equipe e Nasri o centro criativo. Depois, há Benzema e Olivier Giroud, atacantes que estão desesperados por um retorno de gols. Cada um marcou dois gols em nove partidas nas Eliminatórias.

A presença da Espanha em um grupo de cinco equipes foi completado por Finlândia, Geórgia e Bielorrússia, com partidas de ida e volta.

A França teve um bom desempenho contra a Espanha, em Madrid. Giroud, nos acréscimos, empatou em 1 a 1.

A Finlândia surpreendentemente compartilhou o mesmo resultado com a Espanha na rodada seguinte, ou seja, a França realizou a iniciativa quando a equipe de Vicente del Bosque visitou Paris.

A principal questão agora é saber se no Brasil terá o surgimento de uma nova geração da França.

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