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COPA DO MUNDO FIFA 2014: BRASIL

Mesmo sofrendo as críticas reservadas aos países-sede, o Brasil vai funcionar sob uma gigante expectativa em 2014
Neymar
Brazil forward Neymar

Às vésperas da próxima Copa do Mundo, o mais otimista dos torcedores brasileiros seria obrigado a admitir que o atual elenco não se compara aos que já levantaram cinco mundiais no passado, para este país absolutamente louco por futebol.

No entanto, o técnico Luiz Felipe Scolari, campeão do torneio em 2002, viu uma mudança na maré de sorte quando a Copa das Confederações da FIFA foi conquistada mais uma vez em junho. Um triunfo em sua própria casa, certamente iria ressoar para sempre na carreira de Scolari, que se tornaria o segundo treinador na história – após Vittorio Pozzo, com a Itália, em 1934 e 1938 – a conquistar a Copa do Mundo duas vezes.

Esta histórica oportunidade foi dada a Felipão em novembro de 2012, quando Mano menezes foi abruptamente demitido do comando da seleção nacional. Apontado como sucessor de Dunga, capitão do time na conquista da Copa de 1994, Mano foi acusado de usar um elenco envelhecido, enquanto tentava implementar um estilo de jogo que fosse mais de acordo à noção romântica do futebol de troca de passes, que tornou o time da camisa amarela famoso no mundo inteiro. O pragmático estilo de contra-ataques de Dunga teve pouco apelo.

O sucesso de Mano Menezes na Seleção foi atrapalhado por falhas nos dois principais torneios disputados durante o seu comando. Na Copa América de 2011, o Brasil foi desclassificado após uma humilhante disputa de pênaltis contra o Paraguai. Nenhum jogador conseguiu converter uma cobrança nas quartas de final. No ano seguinte, os comandados de Mano caíram diante do México enquanto buscavam a sua primeira medalha de ouro olímpica. Os dois gols de Peralta deram aos mexicanos o grande triunfo em Wembley.

Cinco vitórias seguidas em amistosos aconteceram, incluindo um 8 a 0 e um 6 a 0 contra China e Irã, respectivamente. Mas dois jogos depois, mesmo com o Brasil tendo vencido, nos pênaltis, a Argentina no Superclássico das Américas, Mano Menezes foi demitido. A decisão foi tomada por capricho do presidente da CBF, José Maria Marin, já que Mano foi contratado durante o período de Ricardo Teixeira na entidade. Então, Scolari foi apresentado com a chance de fazer história.

As atuações e os resultados iniciais não foram muito encorajadores, e houveram muitas críticas após os empates em 2 a 2 com Chile e Inglaterra, em amistosos realizados no Brasil em junho. Mas uma semana depois que Paulinho negou a Wayne Rooney a chance de a Inglaterra bater o Brasil no Maracanã, os gols de Oscar, Kaká e Lucas Moura, de pênalti, afundaram a França e mostrou ser o capítulo inicial para o sucesso na Copa das Confederações.

O torneio viu Neymar aparecendo como um jogador internacional. O meia-atacante do Barcelona produziu várias jogadas de efeito, que culminaram nos arremates enfáticos de Fred, que deixaram a Espanha, atual campeã mundial, um pouquinho mais humilde.

Scolari continuou melhorando sua lista, desde que Ramires voltou a ser chamado, facilitando a mudança para um 4-3-3 que deixa o time com um agradável equilíbrio entre ataque e defesa, enquanto jogadores mais experientes, como Kaká, Robinho e Maicon voltaram a aparecer como candidatos e dão uma experiência bem importante para o torneio.

O insucesso na briga com a Espanha pelos serviços do atacante Diego Costa, do Atlético de Madrid, assim como as lesões de Fred, mostram as poucas opções que Scolari tem para negociar, com sua grande experiência, no ataque. Mas a combinação dos talentos familiarmente conhecidos e a base 'europeia' de jogadores pode trazer, mais uma vez, o samba ao topo do mundo futebolístico.

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