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COPA DO MUNDO FIFA 2014: HOLANDA

A Holanda é, talvez, a única grande seleção a nunca ter conquistado uma Copa do Mundo FIFA.
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Netherlands' Robin van Persie.

O técnico Louis van Gaal e seu time goleador conseguiram facilmente a classificação para o torneio que será realizado em 2014, no Brasil, e ficam na esperança de que finalmente chegou a sua hora, seguindo os passos da Espanha, vencedora do maior prêmio do futebol há quatro anos.

A chave nas esperanças holandesas para o título é o atacante Robin van Persie, do Manchester United, cujos 11 gols em nove partidas do Grupo D o tornaram o grande artilheiro das Eliminatórias Europeias, e o maior da história de sua seleção. A ascensão de Jermain Lens, atacante do Dínamo de Kiev, dá a opção de um trio de ataque que é completado pelo meia-atacante Arjen Robben, do Bayern de Munique, quando os holandeses chegarem à América do Sul.

O sistema ofensivo, que balançou as redes adversárias 34 vezes e se classificou para o mundial com duas rodadas de antecedência, com vantagem de nove pontos sobre a vice-líder de sua chave, a Romênia, fez algo digno para lembrar da Holanda dos anos 70, dos dias do "Futebol Total", que pareceram esquecidos com a visão mais pragmática do antecessor de Van Gaal, Bert van Marwijk.

Grande maestro do meio de campo holandês nos anos mais recentes, Wesley Sneijder encara uma séria concorrência no time titular, já que Rafael van der Vaart, rival de longa data, pulou na sua frente na posição central do meio graças a cinco gols nas Eliminatórias. No entanto, a maior dúvida de Van Gaal antes da Copa do Mundo talvez esteja sob as traves: Michael Vorm, Maarten Stekelenburg, Tim Krul, Jasper Cillessen e Kenneth Vermeer revezaram no gol durante diversas etapas da campanha.

Krul foi quem começou, na estreia em casa contra a Turquia, onde os holandeses não convenceram completamente os seus torcedores, apesar do gol feito por Van Persie, aos 19 minutos, após cruzamento de Sneijder. Depois, Luciano Narsingh acalmou as coisas nos acréscimos.

Lens deixou sua marca como artilheiro nos 4 a 1 sobre a Hungria, em pleno Ferenc Puskas Stadium. O atacante também abriu o placar quando o placar se repetiu no confronto contra a Romênia, mais uma vez fora de casa.

Além do triunfo de Bucareste, vitórias por 3 a 0 sobre Andorra e Estônia foram contabilizadas, com Van der Vaart marcando em ambos os encontros, antes de fazer a bola girar nos 4 a 0 sobre a Romênia, em Amsterdã. O segundo gol de Van Persie naquela tarde, feito de pênalti, fez com que o jogador do Man.United superasse a marca de 34 gols do ídolo Johan Cruyff.

A perfeita sequência de seis vitórias em seis jogos, deixou a Holanda confortável no Grupo D, mas eles sofreram um baque após empate em 2 a 2 com a Estônia, um resultado que poderia ter sido pior se Van Persie não tivesse salvado a "Laranja Mecânica" com um gol já no final do encontro.

Dois gols do artilheiro garantiram a classificação, obtida contra a Andorra, em setembro. Naquele mesmo jogo, Van Persie superou o número de gols de Patrick Kluivert e se tornou o maior artilheiro da seleção holandesa em todos os tempos. Um hat-trick na goleada acachapante por 8 a 1 sobre a Hungria, deixou o jogador confortável na posição de principal goleador das Eliminatórias. Este histórico jogo também teve boas atuações de Robben e Van der Vaart. Os holandeses também venceram a Turquia por 2 a 0, acabando com as esperanças deste país de disputar a Copa do Mundo. Agora, no Brasil, todos os olhos estarão em cima dos atuais vice-campeões.

COPA DO MUNDO FIFA 2014: ITÁLIA

Os tetracampeões chegam ao Brasil como equipe mais bem sucedida na história das Copas, atrás somente dos anfitriões.
italy
Italy celebrate a goal

Primeiro time a ficar com a taça nomeada como Jules Rimet, em 1938, os triunfos da Itália em 1982 e 2006, assim como as derrotas nas decisões para o Brasil, em 1970 e 1994, mostram o poder da Itália em começar a fase inicial de maneira bem lenta, antes de aparecer como grande time nas fases finais.

Neste aspecto, a classificação italiana para a Copa do Mundo de 2014, apesar do estilo de jogo mais ofensivo implementado pelo técnico Cesare Prandelli, foi de maneira bastante italiana. Campeões do Grupo B das Eliminatórias Europeias, a Itália não perdeu nenhum de seus dez jogos. O status do veterano goleiro Gianluigi Buffon como estrela maior do time é o reflexo desta história.

E foi durante a noite em que Buffon igualou os 136 jogos pela Azzurra, marca primeiro atingida por Fábio Cannavaro, capitão no título mundial de 2006, que a Itália repetiu o seu hábito de uma vide inteira, e foi bem quando mais importava. Os gols de Giorgio Chiellini e Mario Balotelli, no segundo tempo, cancelaram a vitória temporária da Repíblica Tcheca, que perdeu por 2 a 1 em Turim, dando aos italianos a vaga na Copa do Mundo com duas rodadas de antecedência.

Tal feito fez da Itália, ao lado da Holanda, que estava jogando na mesma hora, o primeiro país europeu a garantir presença no torneio. Uma mudança de eventos que não poucos acreditavam após as primeiras derrapadas do time de Prandelli nas Eliminatórias. Dois gols de Pablo Osvaldo foram dois momentos raros no empate em 2 a 2 com a Bulgária, na estreia.

Mattia Destro marcou o seu primeiro gol pela seleção italiana com pouco mais de cinco minutos de jogo, contra a pequena Malta, em Modena. No entanto não aconteceu nenhuma goleada. Quando Federico Peluso fez o segundo gol da Itália, o ar de frustração do estádio era bem palpável.

Um jogo difícil em uma vitória por 3 a 1 sobre a Armênia se seguiu, com Osvaldo completando o marcador. No entanto, o atacante do Southampton teve uma noite para se esquecer e ficou em débito com seus companheiros de time, que finalmente responderam às críticas contra a Dinamarca. Riccardo Montolivo abriu o placar no San Siro e Daniele De Rossi, também meio-campista, ampliou de cabeça. Willian Kvist diminuiu para os visitantes nos acréscimos do primeiro tempo.

Nove segundos após o início da etapa complementar, Osvaldo deu uma cotovelada inexplicável em Nicolai Stokholm e foi expulso. Ainda assim, a Itália se recusou a cair de rendimento e Balotelli driblou a armadilha do impedimento para aproveitar o passe de Andrea Pirlo, selando os pontos.

Dois gols de Balotelli afundaram Malta, que perdeu por 2 a 0 mais uma vez. Buffon salvou um pênalti de Michael Mifsud para começar uma sequência de três jogos sem levar gols, que muito se deveu à sua competência. No entanto, o famoso e controverso atacante do Milan se juntou a Pablo Osvaldo fora de campo por causa de um cartão vermelho recebido em um empate sem gols em Praga.

A sua ausência serviu como um novo início para o veterano atacante Alberto Gilardino no confronto contra a Bulgária, vice-líder da chave, em Palermo, e o atacante do Genoa agradeceu à chance dada por Prandelli fazendo o único gol. Balotelli voltou a brilhar e marcou, de pênalti, um gol decisivo na volta contra a República Tcheca, antes dos empates por 2 a 2 contra Dinamarca e Armênia, que fechariam o grupo.

Prandelli sabe que Osvaldo, Balotelli e seu companheiro de time Stephan El Shaarawy podem dar o brilho no ataque, que deixará os adversários com dores de cabeça. Mas mantê-los todos na linha no Brasil pode ser uma tarefa para a qual o técnico italiano precisará recorrer à algumas aspirinas também.

COPA DO MUNDO FIFA 2014: PORTUGAL

Uma campanha sem brilho nas eliminatórias da UEFA foi superada, depois da inesquecível classificação para o Brasil 2014 na repescagem.
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Portugal forward Cristiano Ronaldo

O duelo de titãs em novembro entre duas super-estrelas do futebol mundial fez com que o confronto entre Portugal e Suécia fosse mais comumente chamado Cristiano x Zlatan; Ronaldo x Ibrahimovic.

A perspectiva de um dos grandes nomes da atualidade perder a chance de solidificar a sua reputação no mundial capturou a imaginação do publico.

Segundo seus próprios padrões impecáveis, Ronaldo sofreu durante a fase de grupos.

A estrela do Real Madrid vivenciou uma seca de seis jogos entre o tento que empatou o jogo na vitória da estreia por 2 a 1 sobre o Luxemburgo até a partida do returno, quando fez o hat-trick em novo trabalho de recuperação no triunfo por 4 a 2, e isso refletiu as dificuldades do seu país.

O fato de Portugal ser super-dependente de Ronaldo pode ser visto como um ponto negativo neste contexto, mas numa escala mais alta, como ele fez nas duas noites inesquecíveis contra a Suécia, mostra que o time pode dar maiores problemas para qualquer equipe na Copa do Mundo.

Ronaldo atirou-se corajosamente à frente de Martin Olsson para aproveitar de cabeça o cruzamento de Miguel Veloso aos 37 minutos do segundo tempo e deu a vantagem para Portugal no jogo de ida, antes de ser explosivo no Solna Friends Arena.

Apesar dos esforços consideráveis do seu talismã, Portugal chegou ao intervalo sem gols. Mas aos cinco minutos da segunda etapa, Ronaldo finalizou soberbamente um belo passe de João Moutinho.

O empate estava longe de ser seguro quando Ibrahimovic igualou de cabeça, antes de colocar a Suécia na frente após uma cobrança de falta. Só que Ronaldo acabou com a festa dos donos da casa após marcar duas vezes, carimbando o passaporte de Portugal para a sua quarta Copa consecutiva de seis no total.

Foi um final de tirar o fôlego condizente com dois espetaculares jogadores, colocando a equipe de Paulo Bento na rota para o Brasil.

O gol de Alexander Kerzhakov após passe de Roman Shirokov em Moscou deu a primeira derrota a Portugal na terceira partida do Grupo F, dando a Rússia um grande passo para a classificação direta.

Hélder Postiga foi o artilheiro do país com seis gols e o atacante foi peça fundamental para evitar vexames nas duas partidas seguintes de Portugal.

Niall McGinn fez o gol da Irlanda do Norte aos 11 minutos ameaçando uma improvável vitória fora de casa, antes de Postiga assegurar o empate em 1 a 1 na cidade de Porto. O atacante do Valencia ajudou a reduzir a diferença contando com o gol de Fabio Coentrao nos acréscimos para igualar o marcador em 3 a 3 com Israel.

A vitória sobre o Azerbaijão no segundo turno acabou com a sequência de dois pontos em três partidas e deixou Portugal com a cabeça fora d'água e Postiga foi o herói mais uma vez com o gol solitário da revanche sobre a Rússia em Lisboa.

Mas o mesmo jogador tomou um cartão vermelho por uma cabeçada em Gareth McAuley, em Belfast, quando a Irlanda do Norte vencia por 2 a 1 e vislumbrava uma sensacional vitória, só que Ronaldo afastou essa possibilidade.

Outro empate contra Israel deixou Portugal no caminho da repescagem, mas falar de "equipe de um homem só" é algo infundado.

Os combativos laterais João Pereira and Coentrao flanqueiam os fortes Pepe e Bruno Alves com uma defesa dinâmica, enquanto que Postiga e o meia Moutinho estabelecem as bases fundamentais para o capitão-talismã.

No entanto, está claro onde a energia se encontra. O hat-trick de Ronaldo na Suécia o colocou com o mesmo recorde de Pauleta como o maior artilheiro de todos os tempos do país, com 47 gols em 109 jogos da seleção.

Em 2006 e 2010, Portugal caiu para a finalista França e para a campeã Espanha, respectivamente.

Times que foram bons o bastante para superar o poder de Ronaldo e seus colegas, que desta vez se diz pronto para bater qualquer desafio que o torneio possa apresentar.

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