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COPA DO MUNDO FIFA 2014: INGLATERRA

Mesmo terminando invicta e na liderança do grupo, a campanha de classificação da Inglaterra para a Copa do Mundo de 2014 não foi nada fácil.
Stevengerrard
England captain Steven Gerrard

Foi só quando o capitão Steven Gerrard fuzilou para o gol, vencendo a defesa polonesa a dois minutos do fim do jogo, selando uma vitória de 2 a 0 na partida final do Grupo H nas Eliminatórias Europeias diante de um Wembley rouco que a passagem inglesa para o Brasil foi assegurada.

Até um surto final impressionante, a campanha inglesa era consistente, mas não o suficiente para satisfazer o técnico Roy Hodgson.

Nos primeiros jogos das eliminatórias, a Inglaterra venceu os pequenos Moldávia e San Marino antes de empatar com os adversários mais suntuosos do grupo - Polônia, Montenegro e os maiores rivais na briga pelo topo, Ucrânia.

A vitória mais enfática veio em março, quando Hodgson comandou o mais triunfo da sua seleção desde Outubro de 1987. San Marino foi despachado por oito gols a 0 em Serravalle. O golaço de longa distância de Ashley Young foi o maior bonito de todos. Daniel Sturridge marcou pela primeira vez com a camisa dos Three Lions.

Um empate murcho e sem gols em setembro em Kiev foi a segunda vez que a Ucrânia freou a Inglaterra, e significou que os homens de Hodgson entravam na última rodada das eliminatórias - partidas em casa contra Montenegro e Polônia - sabendo que duas vitórias garantiriam a viagem para o Brasil.

Depois de muitas críticas por conta da tática excessivamente defensiva adotada, Hodgson decidiu nomear uma escalação bastante ofensiva contra Montenegro e foi recompensado por uma atuação inspirada por parte do debutante Andros Townsend.

O ponta do Tottenham atormentou a defesa montenegrina a noite toda. Depois de Dejan Damjanovic descontar seguindo o gol de Wayne Rooney, que abriu o placar, e o contra de Branko Boskovic, Townsend anotou uma belezura e deixou Sturridge na boa para fechar o 4 a 1 em cobrança de pênalti.

Quatro dias depois, Rooney inaugurou o marcador pela quinta cvez nas eliinatórias e a Inglaterra sobreviveu a uma atuação muito apagada do atacante polonês Robert Lewandowski antes de Gerrard garantir o duro 2 a 0.

Apesar da presença do drama de último segundo, a Inglaterra simplesmente alcançou o que normalmente consegue.

Os Three Lions estarão na sua 14ª Copa do Mundo. Nas últimas oito edições do torneio, a seleção só não esteve presente nos Estados Unidos, em 1994.

A classificação para a edição de 2010, sob o comando de Fabio Capello, foi um caso muito mais enfático, com nove vitórias em dez partidas, mas as atuações inglesas na África do Sul não refletiram em nada o que se viu antes; precisou de uma vitória suada por 1 a 0 sobre a Eslovênia para passar da fase de grupos e depois foi atropelada pela Alemanha por 4 a 1 nas oitavas-de-final.

As dificuldades inglesas na competição estiveram bem representadas por um Wayne Rooney totalmente fora de si, mas as atuações do atacante do Manchester United nas eliminatórias para o Brasil 2014 provaram que ele se mantem como um dos melhores do mundo quando está concentrado.

Sete gols em seis partidas fizeram dele o artilheiro inglês, desbancando o companheiro de clube, Danny Welbeck e o meia veterano Frank Lampard, ambos com quatro gols. O ressurgimento de Daniel Sturridge, do Liverpool, hoje como um dos maiores artilheiro da Premier League, deixou uma boa expectativa sobre o tipo de parceria de sucesso que os dois podem vir a formar.

Lampard e Gerrard seguem como figuras centrais no meio-campo inglês, mas uma geração mais jovem, liderada por Jack Wilshere e Alex Oxlade-Chamberlain, do Arsenal, Tom Cleverley, do Manchester United, e Ross Barkley, do Everton, começa a tomar as rédeas, o que demonstra o difícil processo de peneira pelo qual Hodgson terá de passar, tendo utilizado 32 jogadores ao todo durante as eliminatórias.

COPA DO MUNDO FIFA 2014: ALEMANHA

Uma geração de jogadores talentosos e uma ótima campanha nas Eliminatórias faz da Alemanha uma das seleções a serem batidas neste Mundial.
Lahm
Germany captain Philipp Lahm

A estrela de Joachim Low pode garantir a primeira vitória da Copa do Mundo da FIFA, em quase um quarto de século, e tornar a Alemanha o primeiro país europeu a conquistar o título em solo sul-americano. Para isso, a Alemanha deve abordar vulnerabilidades defensivas no meio de uma avalanche de gols no Grupo C.

De fato, muitos pensaram que a hora da Alemanha tinha chegado há dois anos. Mas a Itália de Mario Balotelli rasgou o script nas semifinais da Euro, em 2012.

Nos dois jogos das eliminatórias da Europa do Grupo C, contra a Suécia, foram o suficiente para convencer as principais potências de que a Alemanha ainda não está pronta para dominar.

Após as vitórias sobre Ilhas Faroe, Áustria e Irlanda - sem a menor cerimônia bateu por 6 a 1, em Dublin, com dois gols de Marco Reus e Toni Kroos, além de Ozil e Klose – a Suécia chegou à Berlim para uma competição inesquecível.

Klose - que é o segundo ao lado de seu compatriota Gerd Muller na lista de artilheiros de todos os tempos da Copa do Mundo com 14 gols, um atrás do atacante brasileiro, Ronaldo – marcou dois gols, e Mertesacker fez o terceiro. A equipe foi para o intervalo com o resultado garantido, mas Ozil ainda marcou o quarto no segundo tempo.

Porém, Zlatan Ibrahimovic diminuiu o placar, e Lustig, Elmander e Elm, empataram a partida em 4 a 4.

Apesar do desânimo após a partida, a Alemanha continuou a ser implacável no ataque, vencendo o Cazaquistão nas duas partidas e marcando sete gols no total.

As três vitórias consecutivas sobre a Áustria, Ilhas Faroe e Irlanda por 3 a 0, fizeram com que Klose igualasse o recorde de 68 gols de Muller.

No último jogo do Grupo C, Suécia e Alemanha se enfrentaram, no Friends Arena. Os suecos abriram uma vantagem de dois gols, mas Ozil e Mario Gotze empataram, antes do hat-trick de Schurrle. Os alemães venceram por 5 a 3.

Low pode, sem dúvida,  chegar às finais do Mundial com os nomes e números que assustam os seus potenciais adversários.

A seleção marcou 36 gols nas Eliminatórias da Europa, com oito gols do artilheiro Ozil, cinco de Reus e quatro de Gotze, Klose e Schurrle.

A base desse esquadrão é tirada do Borussia Dortmund e Bayern de Munique, equipes que decidiram a final da Champions League na última temporada.

A primeira vez que a Alemanha conquistou uma Copa do Mundo foi em 1954, após virar o placar da final contra a Hungria. Foi o maior choque da história do futebol com o "Milagre de Berna". Após sair atrás no placar com dois gols de desvantagem, os alemães viraram a partida para 3 a 2, em Berna.

Se a Alemanha celebrar desta vez, ninguém irá se surpreender.

COPA DO MUNDO FIFA 2014: FRANÇA

Vitória sobre a Ucrânia na repescagem garantiu a França na Copa do Brasil - e pode marcar mudança radical na equipe de Didier Deschamps.
DidierDeschamps
France coach Didier Deschamps

A França terminou a fase de grupos em segundo colocado, atrás da atual campeã do mundo, Espanha e, sem brilho, perdeu para a Ucrânia no primeiro jogo da repescagem por 2 a 0, em Kiev.

Como resposta, Deschamps precisou fazer algumas mudanças na equipe – cinco no total. Com Koscielny suspenso, o treinador movimentou os seus jogadores, como Eric Abidal e Samir Nasri.

O resultado foi uma exposição de paixão, capaz de emocionar o Stade de France, que lembrou a mais famosa noite do estádio em 1998, quando a França venceu o Brasil na final da Copa do Mundo por 3 a 0.

Os torcedores franceses vão querer assistir uma repetição do Mundial de 98, após os gols de Sakho e Karim Benzema, que garantiram a classificação da Copa. Os jogadores ofereceram uma pequena amostra de que tal façanha pode ser possível.

Deschamps agora possui um dilema: ele dá a juventude a chance de disputar a Copa do Mundo no Brasil, como um processo de aprendizado e valor inestimável para os seus talentos prodigiosos? Ou dá chance as estrelas da Euro 2012 e da campanha fraca na África do Sul, em 2010, uma última chance de redenção?

Os mais jovens podem esperar para jogar ao longo dos próximos meses. Antoine Griezmann, do Real Sociedad, M'Baye Niang, do Milan, e o meia Yann M'Vila, do Rubin Kazan, em breve estarão disponíveis para a seleção nacional, mais uma vez.

Membros da equipe da Copa do Mundo FIFA, que venceu o Sub-20, em 2013, também poderão florescer, mas Deschamps possui boas razões para não mudar.

Do Bayern de Munique, Franck Ribery permanece sendo o talismã da equipe e Nasri o centro criativo. Depois, há Benzema e Olivier Giroud, atacantes que estão desesperados por um retorno de gols. Cada um marcou dois gols em nove partidas nas Eliminatórias.

A presença da Espanha em um grupo de cinco equipes foi completado por Finlândia, Geórgia e Bielorrússia, com partidas de ida e volta.

A França teve um bom desempenho contra a Espanha, em Madrid. Giroud, nos acréscimos, empatou em 1 a 1.

A Finlândia surpreendentemente compartilhou o mesmo resultado com a Espanha na rodada seguinte, ou seja, a França realizou a iniciativa quando a equipe de Vicente del Bosque visitou Paris.

A principal questão agora é saber se no Brasil terá o surgimento de uma nova geração da França.

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